Análise

God of War Ragnarök PS5: review da aventura nórdica

A continuação da história de Kratos e Atreus interessa sobretudo a quem quer uma campanha a solo e conhece o capítulo de 2018.

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Caixa de God of War Ragnarök para PS5 junto a um comando, num cenário de pedra com neve (imagem ilustrativa)

God of War Ragnarök PS5 continua a jornada nórdica de Kratos e Atreus. A relação entre ambos e a exploração dos Nove Reinos dão contexto aos combates. É uma aventura para um jogador: se procuras cooperação ou partidas com amigos, esta não é a proposta do jogo.

Prós

  • Campanha que continua a relação entre Kratos e Atreus.
  • Combate, exploração e missões secundárias nos Nove Reinos.
  • Suporte das funções hápticas do DualSense na PS5.

Contras

  • Sequela direta: conhecer o jogo de 2018 ajuda a compreender as relações.
  • Sem multijogador; violência e conteúdo para adultos.
Especificações técnicas
Plataforma em foco PlayStation 5
Estúdio e editora Santa Monica Studio; Sony Interactive Entertainment
Lançamento 9 de novembro de 2022
Género Ação e aventura
Modo Um jogador; campanha offline
Classificação etária PEGI 18
Subscrição PS Plus não necessário para a campanha comprada
Idioma da edição Confirmar áudio, legendas e variante do português na embalagem

God of War Ragnarök PS5: história antes de espetáculo

A aventura assenta em acontecimentos do God of War de 2018. Podes aprender os comandos aqui, mas as relações entre personagens ganham contexto se começares pelo capítulo anterior. É uma boa razão para não escolher automaticamente o jogo mais recente da dupla.

A progressão alterna combate, deslocação e cenas narrativas. Quem procura ação sem pausas deve contar com conversas e exploração entre confrontos. Evitamos revelar armas obtidas mais tarde ou acontecimentos que dependem da surpresa.

O que destacam as análises da PS5

A Push Square, na análise de lançamento, elogiou a amplitude da aventura e a variedade dos reinos. A Eurogamer Alemanha também valorizou a combinação de narrativa e ação. Estas observações pertencem às respetivas críticas, não a sessões de jogo do Voola Me.

As opiniões ajudam a avaliar a proposta, mas não substituem uma preferência pessoal: gostar da história de Kratos é diferente de querer concluir todas as atividades. Não usamos uma estimativa de horas como promessa de duração para cada jogador.

Edição física, idioma e instalação

Confirma o logótipo PS5 na capa. O jogo também existe para PS4, e a existência de versões nas duas consolas não torna os discos intercambiáveis em qualquer direção. A PS5 usada para este disco precisa de leitor compatível.

A ficha comercial consultada refere idiomas de forma inconsistente. A página portuguesa do jogo digital não prova que uma edição física espanhola inclua exatamente os mesmos ficheiros de voz. Se o português europeu for decisivo, pede confirmação dos idiomas da referência vendida.

Gráficos e comando sem medições inventadas

A edição PS5 suporta resposta háptica e efeitos dos gatilhos do DualSense. Não atribuímos estabilidade de fotogramas, resolução efetiva ou temperaturas à consola sem um teste identificado. As opções técnicas também dependem do modo escolhido e do equipamento de imagem.

Veredito: começar pela história certa

Ragnarök é uma hipótese para quem quer continuar uma campanha narrativa e aceita o tom PEGI 18. Para uma primeira entrada nesta fase da série, o episódio de 2018 dá melhor contexto. Depois, confirma a edição física e os idiomas antes de decidir pela oferta.

Como foi feita esta análise

Análise documental revista a 20 de setembro de 2026, com informação oficial e críticas publicadas identificadas nas fontes. Não jogámos uma cópia para este artigo. As observações das análises pertencem às versões e datas indicadas; não são medições próprias nem uma garantia sobre todos os patches.

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Fontes consultadas

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